Inside. Era dentro de mim que eu queria que tu vivesses. Que continuasses, que pudesses, que seguisses sendo, aparecendo, vindo, latejando, ardendo, permitindo. Era dentro de mim. Fora nem sei se existe tudo isto. Era dentro. E era isso. Era assim mesmo como estava, do jeito que isto era, bem como então se dava. Se dava. E era lindo, confessa, diz que era! Não tenta, por favor, diminuir o Sol. Ainda que vistas teus óculos escuros, ainda assim, o Sol é Sol. E o Sol não passa. Ele só vira, muda de lado, fica de costas mas volta – e o Sol se esgaça ao meio-dia, à meia-volta.
Era dentro de mim, que eu pretendia que tu te desses. Que desejasses, que propusesses, que seguisses vendo, testemunhando, rindo, entregando, amolecendo, infindo! Era dentro de mim. Fora nem sei se há tanto disso. Era dentro. E era visto. Era assim mesmo como digo, do modo que eu digo, bem como enfim, ficava. Ficava. E era imenso, admite, diz que era! Não tenta, por favor, reter o mar! Ainda que curves a mão em concha, ainda assim, o Mar é Mar. E o mar se vaza. Ele não cabe, ele não pára, fica tranqüilo mas volta – e o Mar revolta, ao meio-dia, a areia morta.
Insight. Era dentro de mim que eu queria que tu quisesses. Que ansiasses, que viesses, que seguisses tendo, te apropriasses, merecendo, aumentando, sorrindo. Era dentro de mim. Fora nem sei se queres mais dessas. Era dentro. E eram essas. Eram assim mesmo como estavam, bem, que bem se davam. Se davam. E era intenso, reconhece, diz que era? Não tenta, por favor, fechar o espaço. Ainda que te sirva a sombra, ainda assim, o espaço é vasto. E é espaço! Ele não mede, é todo ele, vem pela fresta e abre a porta. O espaço almoça ao meio-dia, à mesa posta.
Necka Ayala – 04.12.08, 17h23.
Era dentro de mim, que eu pretendia que tu te desses. Que desejasses, que propusesses, que seguisses vendo, testemunhando, rindo, entregando, amolecendo, infindo! Era dentro de mim. Fora nem sei se há tanto disso. Era dentro. E era visto. Era assim mesmo como digo, do modo que eu digo, bem como enfim, ficava. Ficava. E era imenso, admite, diz que era! Não tenta, por favor, reter o mar! Ainda que curves a mão em concha, ainda assim, o Mar é Mar. E o mar se vaza. Ele não cabe, ele não pára, fica tranqüilo mas volta – e o Mar revolta, ao meio-dia, a areia morta.
Insight. Era dentro de mim que eu queria que tu quisesses. Que ansiasses, que viesses, que seguisses tendo, te apropriasses, merecendo, aumentando, sorrindo. Era dentro de mim. Fora nem sei se queres mais dessas. Era dentro. E eram essas. Eram assim mesmo como estavam, bem, que bem se davam. Se davam. E era intenso, reconhece, diz que era? Não tenta, por favor, fechar o espaço. Ainda que te sirva a sombra, ainda assim, o espaço é vasto. E é espaço! Ele não mede, é todo ele, vem pela fresta e abre a porta. O espaço almoça ao meio-dia, à mesa posta.
Necka Ayala – 04.12.08, 17h23.
O Sol, o mar, o espaço, o amor.. Uma pausa no tempo para guardar o que é INfinito. E que seja in, dentro, adentro..e mais. E que seja puro, forte, seguro. E que seja porto, que seja alegre, que seja são, que seja Paulo.. desde que seja!!!
ResponderExcluirBjo Sis.
MARAVILHOSO ROBERTA!MARAVILHOSO!
ResponderExcluirBah! E eu sou a exagerada né?!rs
ResponderExcluirTe amo irmã minha..amo muito!!