“(...) Mas às vezes faço poema como erguendo
um punhal contra a rosa, ou contra mim,
como quem morre e resiste e quer morrer
um punhal contra a rosa, ou contra mim,
como quem morre e resiste e quer morrer
assim (...)”.
Walmir Ayala
Saudades, Tio, da força das tuas palavras.
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Leio.