No azul nem sempre azul dos teus olhos
É que encontro vontade de ir, de mergulhar,
Vontade toda, leve como o flutuar sobre águas,
Vontade que não passa ainda que eu encontre cais.
NA. 23.01.2010
É que encontro vontade de ir, de mergulhar,
Vontade toda, leve como o flutuar sobre águas,
Vontade que não passa ainda que eu encontre cais.
NA. 23.01.2010
Na boa... céu bonito é céu de Brasília!
ResponderExcluirVenho e deixo beijos e abraços azuis, ou azulados, e desejos de um ano pleno de amor e poesia! Muito bonito o poema, pungente, pulsante, inspirado!
ResponderExcluirAcaso permitirias que eu publicasse este teu poema lá em meu blog? Tem tudo a ver com elementos que aprecio... Beijo azul!
ResponderExcluirFiquem à vontade! Meu espaço é comum a todos! Beijos a vocês!
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