Esta manhã...havia notícias sobre as muitas águas nas ruas das cidades; sobre quedas, sobre solidões diversas. Esta manhã havia a mudança de horário, um risco branco cortava o céu – o dividia em duas cores distintas. Havia o outro lado da cama e o vento frio balançava a cortina. Esta manhã tudo estava como sempre está. Só nos teus olhos sempre, algo novo. Amanhece contigo o inusitado. E, em mim, a resposta possível a isso, farta como é, vasta como alcança, in-evitável.
Necka. 10.02.2010
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