Pessoas acham minhas letras tristes. Minhas letras não são tristes. Falam das coisas que vivemos, experimentamos, provamos, exercemos. E as coisas que vivemos não são sempre alegres e festivas, risonhas e leves. Falam sobre agora ser um tempo de parar ou de partir, sobre agora ser um momento de observar ou de agir. E isso não é triste nem feliz. É. Apenas é. Minhas letras falam de coisas que eu vivo, sim – mas falam, também, sobre o que vivem os que vivem perto. Pessoas que se relacionam comigo, me contam suas coisas e me deixam tentar traduzí-las. Às vezes é tempo de banhar-se nas águas azuis dos mares, nas águas claras que fluem. Às vezes é tempo de maresias. Apenas é. Nem feliz, nem triste. É. Sou. Somos.
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20 de mar. de 2012
É
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Leio.