Manhã de Sábado. Saí leve do sono hoje. A noite havia resgatado um presente de Deus, recebido e quase extraviado no caminho. Coisa da vida, sabem? Aquelas coisas que acontecem e nem merecem maiores explicações. Coisas vindas para pretensamente atrapalhar a firmeza de algo, que mais acabam por confirmar do que por ameaçar. Obstáculos transpostos, hora de festejar a firmeza confirmada, a consistência da coisa em si, sua essência abençoada por Deus e Linda por natureza. E ela é de fato, uma coisa realmente linda! Veio, numa noite qualquer de Agosto, chegou, foi adentrando calma e nada sutilmente, tomou o espaço que (ainda que eu não soubesse) já lhe pertencia, previsto em letras antigas que, quem não tinha lido, era eu. Causou uma revolução diferente, nova, devastadora na minha vida. (Graças a Deus e ao Amado São Judas Tadeu Queridão) Acho até que ela veio do futuro! Desconfio...não afirmo ainda porque ainda é cedo. Depois nos desencontramos pelos desvarios que todos temos, normal, até aí! Quando o presente é grande demais, a gente desconfia e acha que não merece tanto. Merece sim! E, finalmente, depois de muita vela acesa e prece feita, de volta ao lugar de onde jamais deveria ter saído. Ufa! Por 5 minutos e as coisas hoje não seriam tão festivas.
Eis que, acordando de um sono curto, de novo, cheia de força renovada, de alegria, de sorrisos largos, lembranças-boas fartas, é 04 de Outubro de 2008. E chega ao mundo o Segundo Sementeiro: HEITOR!
Filho de Luiz Mauro Filho, Meu Primo Amado, Maurinho.
Nem sei dizer o quanto isso significa. Chorei feito louca vendo as primeiras fotos. Ele nasce de um núcleo familiar que faz a palavra família ganhar em sentido, em nexo, em esperança de que a palavra em si, resista firme e forte a despeito dos contras que ganhou na atualidade. Gente da melhor espécie, gente do bem: Luiz Mauro Pai, meu mestre minha vida, o cara que tocava violão quando eu era guria; ficava fotografando os acordes dele, ia pra casa e tentava lembrar todos, um por um. Ele me ajudava em matemática. Me ensinou a andar de bicicleta, me fez manejar lápis de cor quando coloria desenhos, foi um Pai, é um ainda! Emprestado e, justamente por isso, mais meu. Neiva, uma mulher simplesmente sem explicação! Não há como descrever a Neiva. Não dá! Nem eu! Engraçada, implicante, fofa, amada, risonha, faceira, generosa. Ah, um exemplo: quando ia lançar o TODO, na Sala Álvaro, era um acontecimento. Show único. Pois foi a Neiva que possibilitou a compra do meu Takamine! Uma Amada sem a qual não vivo. Amo esses dois pais, tios, amigos, parceiros e Sementeiros! E seus filhos: Maurinho, pai recém-nascido. Meu parceiro. Peguei ele no colo quando ele nasceu. Hoje vejo nascer seu filho! Ele pegou meus cds quando eles nasceram, fez parte. Hoje pega a própria criação nas mãos. É lindo isso! Amo o Maurinho pelo cara de outro planeta que é. Um sorriso eternamente plantado na cara linda dele. Generoso, amigo, parceiro, criativo, humilde, engraçado, querido. Ele toca comigo improvisando sempre, sempre esquece as partituras dele em algum lugar. Me acompanha rindo quando rio, me acompanha rindo quando choro. Primo Amado! E a Carol. Ahhhhh, a Carol....que espera pelo Terceiro Sementeiro! O Theo. Espero junto. Grávida junto. Porque acompanhei e enchi a Santa Paciência do Judas, quando ela começou a trilhar este caminho real hoje. Ela encontrou o amor via-internet, encheu o peito de coragem, foi conhecer, trouxe, casou e espera um filho. Ela tem sido uma referência sobre nascimento e renascimento. Me encoraja, me apóia, me enche de fé na vida, ela que não crê. Linda, querida, inteligentíssima, escreve super bem (ainda pouco pro meu gosto), sorri lindo, ama descaradamente, enfim...Esses Quatro são hoje os Sementeiros-Mor. Tornados Avós, Pais. Tios. Carol é tia do Heitor, cujo pai será tio do Theo. Primos, os meninos, como sou prima dos seus pais.
Quase posso vê-los no Hospital hoje. Numa euforia feliz, numa sensação dividida entre correr pra publicar as fotos no Orkut pra todo mundo ver, e não arredar pé dali, de perto. Quase posso vê-los chorando. E fui a primeira a saber, num telefonema do Maurinho. Chorei junto, claaaaaro! De Feliz. Feliz multiplicado por muitas vezes. Feliz pelos presentes de Deus que vêm porque merecemos. Quando agradeço, procuro lembrar disso: que entender que merecemos é sentir o TODO da palavra Gratidão! Quando recebemos, quando nos deixamos receber, renasce alguma coisa dentro, algo se cura. Renasce. Quando assistimos à própria vida dançando livre, deixamos que as sementes da comunhão com Deus germinem. É algo como uma roda de anjos dançando, nós, a vida, os presentes, os sorrisos juntos, dados num mesmo momento de plenitude. Heitor nasce. E o entorno dele, renasce. Como eu.
Eis que, acordando de um sono curto, de novo, cheia de força renovada, de alegria, de sorrisos largos, lembranças-boas fartas, é 04 de Outubro de 2008. E chega ao mundo o Segundo Sementeiro: HEITOR!
Filho de Luiz Mauro Filho, Meu Primo Amado, Maurinho.
Nem sei dizer o quanto isso significa. Chorei feito louca vendo as primeiras fotos. Ele nasce de um núcleo familiar que faz a palavra família ganhar em sentido, em nexo, em esperança de que a palavra em si, resista firme e forte a despeito dos contras que ganhou na atualidade. Gente da melhor espécie, gente do bem: Luiz Mauro Pai, meu mestre minha vida, o cara que tocava violão quando eu era guria; ficava fotografando os acordes dele, ia pra casa e tentava lembrar todos, um por um. Ele me ajudava em matemática. Me ensinou a andar de bicicleta, me fez manejar lápis de cor quando coloria desenhos, foi um Pai, é um ainda! Emprestado e, justamente por isso, mais meu. Neiva, uma mulher simplesmente sem explicação! Não há como descrever a Neiva. Não dá! Nem eu! Engraçada, implicante, fofa, amada, risonha, faceira, generosa. Ah, um exemplo: quando ia lançar o TODO, na Sala Álvaro, era um acontecimento. Show único. Pois foi a Neiva que possibilitou a compra do meu Takamine! Uma Amada sem a qual não vivo. Amo esses dois pais, tios, amigos, parceiros e Sementeiros! E seus filhos: Maurinho, pai recém-nascido. Meu parceiro. Peguei ele no colo quando ele nasceu. Hoje vejo nascer seu filho! Ele pegou meus cds quando eles nasceram, fez parte. Hoje pega a própria criação nas mãos. É lindo isso! Amo o Maurinho pelo cara de outro planeta que é. Um sorriso eternamente plantado na cara linda dele. Generoso, amigo, parceiro, criativo, humilde, engraçado, querido. Ele toca comigo improvisando sempre, sempre esquece as partituras dele em algum lugar. Me acompanha rindo quando rio, me acompanha rindo quando choro. Primo Amado! E a Carol. Ahhhhh, a Carol....que espera pelo Terceiro Sementeiro! O Theo. Espero junto. Grávida junto. Porque acompanhei e enchi a Santa Paciência do Judas, quando ela começou a trilhar este caminho real hoje. Ela encontrou o amor via-internet, encheu o peito de coragem, foi conhecer, trouxe, casou e espera um filho. Ela tem sido uma referência sobre nascimento e renascimento. Me encoraja, me apóia, me enche de fé na vida, ela que não crê. Linda, querida, inteligentíssima, escreve super bem (ainda pouco pro meu gosto), sorri lindo, ama descaradamente, enfim...Esses Quatro são hoje os Sementeiros-Mor. Tornados Avós, Pais. Tios. Carol é tia do Heitor, cujo pai será tio do Theo. Primos, os meninos, como sou prima dos seus pais.
Quase posso vê-los no Hospital hoje. Numa euforia feliz, numa sensação dividida entre correr pra publicar as fotos no Orkut pra todo mundo ver, e não arredar pé dali, de perto. Quase posso vê-los chorando. E fui a primeira a saber, num telefonema do Maurinho. Chorei junto, claaaaaro! De Feliz. Feliz multiplicado por muitas vezes. Feliz pelos presentes de Deus que vêm porque merecemos. Quando agradeço, procuro lembrar disso: que entender que merecemos é sentir o TODO da palavra Gratidão! Quando recebemos, quando nos deixamos receber, renasce alguma coisa dentro, algo se cura. Renasce. Quando assistimos à própria vida dançando livre, deixamos que as sementes da comunhão com Deus germinem. É algo como uma roda de anjos dançando, nós, a vida, os presentes, os sorrisos juntos, dados num mesmo momento de plenitude. Heitor nasce. E o entorno dele, renasce. Como eu.
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Leio.