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DEI DE COMER AOS DESEJOS E DEIXEI OS MEDOS MORREREM A MÍNGUA. (Necka Ayala, 2008)
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24 de out. de 2008
"Oh, Minha Alma!
O poema não é feito de letras que finco como pregos,
mas do branco que permanece no papel".
Paul Claudel
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