Fica apagada a foto na parede
pelo sol, pela luz, umidade
Imaginando-te, te apago
dos mil "ontens" que não voltam
dos sete "amanhãs" que não chegam
Apago o adeus amargo
Cada um dos sorrisos que ilustram
Cada gesto, cada afago
Cada mo-vi-men-to
como aquele de colocar as mãos na boca
enquanto ri, envergonhado
apago sim esse teu retrato
na parede pendurado
que só me lembra algo que se foi
mas que também não é passado...
Dalai, 07.11.2008 - Obrigada!
Ricardo: obrigada pelo lindo poema! Tens sempre mais da minha admiração. Beijo, Tua.
ResponderExcluirMinha admiração te pertence, mulher
ResponderExcluirMinhas palavras, minha musa, minha emoção...
fez aflorar uma estrada de palavras que eu não sabia que existia em mim.
Grato eternamente por isso
sempre
beijo
em todas as suas dimensões
o Todo do beijo