Não foi pra ti que escrevi sobre Amor-São. E nem cheguei a mandar. Cheguei, antes, à conclusão que mandar era perda de tempo: ela não Lia (sinônimo de beleza, dos quadros da Lia, do Cristo da Lia) nada. Não sentia nada, não queria nada. Tudo mentira! E a tri-crente, caiu - como cai sempre. Cair também leva ao próximo instante: este, no caso, Instante Vazio – a letra, que menciona quadros da Lia. Instante Vazio era o vídeo que achei que tinha te mandado, do PPP. Ela fala sobre o instante que não fica. E que tudo é um instante. Depois me disseste que mandei Trapezista. Dá certo também. As palavras vão acabar caindo do trapézio. E a geleira do silêncio vai derreter: chegou o verão, que detesto!
No texto que não foi, e que não foi escrito pros teus olhos ávidos, devoradores das minhas palavras, falo dos muros do castelo. Descobri que todos temos. Às vezes feitos de tijolo, cimento, nos imóveis. Outras, feitos de defesas, de palavras que nos defendem.
O ponto-forte daquele texto, era dizer que o Amor, quando é Amor, e quando é São, é soberano. Reina. Impera! Por isso sou tri contra o termo ‘amor incondicional’, ora! Que isso! Se é Amor só pode ser incondicional. A palavra amor basta. Língua Portuguesa, vasta. Não liga, hoje tô muito chata! Deve ser sono + fome + cansaço + esse silêncio que me arde nos olhos. Olho e não vejo nada! Não há nada ali. Enfim...Amor Reina se for amor. Se fosse tempo verbal, o Imperativo.
Te asseguro que uma única palavra nos protege de sábado em diante. Fica tranqüila. Sereniza esse teu coração tão vasto quanto a Língua Portuguesa, tão lindo quanto ela, tão íntimo meu, quanto os livros que devoro. Sem querer, e porque somos embaladas pelo encontro de almas, fizemos certo: achamos a palavra certa, a palavra-forte, Forte, não-castelo. Sem pretender, fomos sistemáticas onde o que nos ligava era justamente sentimento! Criamos um sistema de informações sobre saúde. Ou um sistema de informações sobre segurança. Ambos servem ao que precisamos agora. Sossega! Nem precisas correr. Se o Amor for Amor mesmo, Reinará! Imperativo! Nos manterá como éramos antes de sábado. Nos defenderá dos arroubos, das aflições, dos “Se...”. Nos deixará dormir profundamente, não nos trará sonhos insuspeitos, sonhos nos quais sonhamos que estamos cometendo erros. Sossega! Se for Amor, e se for só isso, só isso nos manterá a salvo. Um Forte como os que sobrevivem ao tempo na deslumbrante Santa Catarina. Se ainda não foste lá, vai! É uma beleza tamanha que todo ser humano deveria ter direito a enxergar, tipo sustentado pelo estado, sabe? Ah, lembrei de uma ótima agora: um fã, dia desses, trocando idéias, disse que as Cá’s da vida, deveriam ser sustentadas pelo estado, para que pudessem se ocupar apenas da criação, uma vez que estão produzindo arte para as curas do mundo. Ahahaha! Amei! Até viro artista se o estado me sustentar.
Uma palavra nos protege daquilo que não é preciso entender, apenas sentir.
Talvez ainda tenhamos de entender. Talvez seja preciso, caso não seja só Amor. Hoje cedo, lá: “o tempo é o senhor da razão”. Que seja! Que o tempo passe de-pressa. E traga entendimento, derrube as palavras do trapézio, crie outros instantes, embrulhe novos presentes, mande as passagens de avião e dissipe meus medos, intensificando meus quereres. Sei lá. O tempo deve ser algum parente próximo da sabedoria, consangüíneo. E essas palavras todas nos descrevem, nos identificam, nos refletem, nos protegem, ...nos bastam? Basta falar de beijo? Descrever um? Basta a ânsia por ele? Bastaria um? Infinito enquanto durasse...sim. Bastaria. Pra mim Basta Um Dia. (do Chico) Se tivesse sido verdade. Mas foi Instante Vazio. Foi Madrugada, foi No Vento, foi Silêncio e Liberdade, foi Todo. E de mim, em mim, dentro, foi verdade. Reciprocidade hoje, é uma palavra-viúva. Bem que me avisaste! Devia ter te ouvido. Devia ter visto antes. Mas se tivesse te ouvido, teria me acovardado e não estaria aqui, agora, neste instante cheio e, imediatamente, vazio. Não teríamos tantas palavras boas, palavras nossas, palavras queridas, palavras consangüíneas, palavras irmãs. Me promete uma única coisa: tudo, menos abandono.
No texto que não foi, e que não foi escrito pros teus olhos ávidos, devoradores das minhas palavras, falo dos muros do castelo. Descobri que todos temos. Às vezes feitos de tijolo, cimento, nos imóveis. Outras, feitos de defesas, de palavras que nos defendem.
O ponto-forte daquele texto, era dizer que o Amor, quando é Amor, e quando é São, é soberano. Reina. Impera! Por isso sou tri contra o termo ‘amor incondicional’, ora! Que isso! Se é Amor só pode ser incondicional. A palavra amor basta. Língua Portuguesa, vasta. Não liga, hoje tô muito chata! Deve ser sono + fome + cansaço + esse silêncio que me arde nos olhos. Olho e não vejo nada! Não há nada ali. Enfim...Amor Reina se for amor. Se fosse tempo verbal, o Imperativo.
Te asseguro que uma única palavra nos protege de sábado em diante. Fica tranqüila. Sereniza esse teu coração tão vasto quanto a Língua Portuguesa, tão lindo quanto ela, tão íntimo meu, quanto os livros que devoro. Sem querer, e porque somos embaladas pelo encontro de almas, fizemos certo: achamos a palavra certa, a palavra-forte, Forte, não-castelo. Sem pretender, fomos sistemáticas onde o que nos ligava era justamente sentimento! Criamos um sistema de informações sobre saúde. Ou um sistema de informações sobre segurança. Ambos servem ao que precisamos agora. Sossega! Nem precisas correr. Se o Amor for Amor mesmo, Reinará! Imperativo! Nos manterá como éramos antes de sábado. Nos defenderá dos arroubos, das aflições, dos “Se...”. Nos deixará dormir profundamente, não nos trará sonhos insuspeitos, sonhos nos quais sonhamos que estamos cometendo erros. Sossega! Se for Amor, e se for só isso, só isso nos manterá a salvo. Um Forte como os que sobrevivem ao tempo na deslumbrante Santa Catarina. Se ainda não foste lá, vai! É uma beleza tamanha que todo ser humano deveria ter direito a enxergar, tipo sustentado pelo estado, sabe? Ah, lembrei de uma ótima agora: um fã, dia desses, trocando idéias, disse que as Cá’s da vida, deveriam ser sustentadas pelo estado, para que pudessem se ocupar apenas da criação, uma vez que estão produzindo arte para as curas do mundo. Ahahaha! Amei! Até viro artista se o estado me sustentar.
Uma palavra nos protege daquilo que não é preciso entender, apenas sentir.
Talvez ainda tenhamos de entender. Talvez seja preciso, caso não seja só Amor. Hoje cedo, lá: “o tempo é o senhor da razão”. Que seja! Que o tempo passe de-pressa. E traga entendimento, derrube as palavras do trapézio, crie outros instantes, embrulhe novos presentes, mande as passagens de avião e dissipe meus medos, intensificando meus quereres. Sei lá. O tempo deve ser algum parente próximo da sabedoria, consangüíneo. E essas palavras todas nos descrevem, nos identificam, nos refletem, nos protegem, ...nos bastam? Basta falar de beijo? Descrever um? Basta a ânsia por ele? Bastaria um? Infinito enquanto durasse...sim. Bastaria. Pra mim Basta Um Dia. (do Chico) Se tivesse sido verdade. Mas foi Instante Vazio. Foi Madrugada, foi No Vento, foi Silêncio e Liberdade, foi Todo. E de mim, em mim, dentro, foi verdade. Reciprocidade hoje, é uma palavra-viúva. Bem que me avisaste! Devia ter te ouvido. Devia ter visto antes. Mas se tivesse te ouvido, teria me acovardado e não estaria aqui, agora, neste instante cheio e, imediatamente, vazio. Não teríamos tantas palavras boas, palavras nossas, palavras queridas, palavras consangüíneas, palavras irmãs. Me promete uma única coisa: tudo, menos abandono.
Louca-Mor. 10.11.08, 13h52
Bah, e tenho como te amar menos??
ResponderExcluirSis, aqui dentro pra sempre! Amada irmã. Cúmplice. Louca-mor. Meu Porto Alegre!! Amo! Bjo Bjo Bjo.
Quanto ao sábado..foi só um de milhares que teremos!! Bjo again.
Amada...agora tens a palavra também. E nenhuma máscara sobre a minha face. E, em breve, talvez antes do que esperas, será por ti o Céu Planalto afinal. Linhas Tortas de Deus, que tem, por mim, um amor que às vezes não entendo.
ResponderExcluirQue venham as tardes de sábado, as manhãs de terça. E que todas nos encontrem assim, perto.
Amo, também!