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4 de nov. de 2008

Mantra

Pára!
Repito.
A Mim Também.
Te Ouço.
É Inevitável.
Peço: sai da minha cabeça!
Eu te expulso, tu não vais.
Repito: pára...
Teu Nome me Vem.
E fica mais do que tu ficas quando vens.
Não cala, não me dá descanso.
Casa, Manhãs, Dia, Ruas,
Espaços, Cordas, Teclas e eu Tua.
Repetem, ecoam, espalham, soam.
No que faço, no que deixo – teu nome em tudo.
Um Mantra.
A me levar daqui.

04.11.08, 18h21.

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