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17 de nov. de 2008

Minhas mãos gostam de tudo. Do fio fino das cordas. Da textura dos papéis. Da procura pelas teclas e palavras. Gostam do toque leve e demorado noutras mãos. Do manejo dos instrumentos, da leveza da colher de pau e do movimento dela, enquanto mistura sabores. Minhas mãos gostam de tudo que fazem. São meus olhos que, às vezes, não me são mais necessários. Eles cansam de certas coisas que vêem.
Brasília, 17.11.08

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