‘.... acordei... tentei voltar pro sonho... mas o máximo que consegui foi sonhar acordada mesmo...beijo na boca, LINDA!...’ (trecho, recebido)
Dormi pouco nestes dias. Havia trabalho a fazer, outros compromissos, pessoas, chegadas, planos, conversas. Nem vi o tempo passar, não senti a falta de quem esteve ausente, não vi isso. Toquei pouco também. E quase não pude escrever. Tinha barulho demais. Mas senti tua falta de alguma forma ainda muito fina, muito sutil. Importa que senti. E festejei a isso, saiba, brindando também a ti, como fazes vez em quando com a tua amizade mais cúmplice...eu sei. Aprendi a curtir uma Smirnoff Ice que combina com o calor intenso que faz em Porto Alegre agora. É noite. Domingo, 23h. Ouço a música nova feita em teu nome, em nome dessa inesperada surpresa de fim de ano. Ela ainda está bruta, sem enfeites, sem arranjos, sem reparos. Bruta como isso tudo, ainda pedra achada no meio do mato, perto da tua cachoeira do sítio, sei lá...sei lá onde tu estás agora. Livre, indo curtir as tuas coisas, livre como quero que seja, como queres também. Que bom que tem sido assim, deste jeito. Só o livre volta porque quer voltar. Só o que é livre para ser sentido pode crescer em paz, subir degrau por degrau, vivendo o todo de cada um sem pressa, sem temores. Que bom que tens sido assim. Essa coisa sem nome ainda, sem hora pra ser, sem dia certo, mas certo que quando vem é para causar mais. Que bom que roubaste uma foto, que compus uma canção, que estamos felizes assim, quando longe, no sonho, na lembrança fina, na certeza de que daqui a pouco amanhece, na vontade ainda leve que a toda hora se repete em um fogo qualquer que se acende.
Necka, 21.12.08. 23h...
Dormi pouco nestes dias. Havia trabalho a fazer, outros compromissos, pessoas, chegadas, planos, conversas. Nem vi o tempo passar, não senti a falta de quem esteve ausente, não vi isso. Toquei pouco também. E quase não pude escrever. Tinha barulho demais. Mas senti tua falta de alguma forma ainda muito fina, muito sutil. Importa que senti. E festejei a isso, saiba, brindando também a ti, como fazes vez em quando com a tua amizade mais cúmplice...eu sei. Aprendi a curtir uma Smirnoff Ice que combina com o calor intenso que faz em Porto Alegre agora. É noite. Domingo, 23h. Ouço a música nova feita em teu nome, em nome dessa inesperada surpresa de fim de ano. Ela ainda está bruta, sem enfeites, sem arranjos, sem reparos. Bruta como isso tudo, ainda pedra achada no meio do mato, perto da tua cachoeira do sítio, sei lá...sei lá onde tu estás agora. Livre, indo curtir as tuas coisas, livre como quero que seja, como queres também. Que bom que tem sido assim, deste jeito. Só o livre volta porque quer voltar. Só o que é livre para ser sentido pode crescer em paz, subir degrau por degrau, vivendo o todo de cada um sem pressa, sem temores. Que bom que tens sido assim. Essa coisa sem nome ainda, sem hora pra ser, sem dia certo, mas certo que quando vem é para causar mais. Que bom que roubaste uma foto, que compus uma canção, que estamos felizes assim, quando longe, no sonho, na lembrança fina, na certeza de que daqui a pouco amanhece, na vontade ainda leve que a toda hora se repete em um fogo qualquer que se acende.
Necka, 21.12.08. 23h...
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Leio.