“Parece que existe no cérebro,
uma zona específica, que podemos chamar de ‘memória poética’,
que registra o que nos encantou, o que nos comoveu,
o que deu beleza à nossa vida.
Desde que Tomás conhecera Teresa,
nenhuma outra mulher tinha o direito de deixar a marca,
por efêmera que fosse, nessa zona de seu cérebro”.
(M.K)
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