Há uma estrela solta nesse céu que se enegrece agora, colada em algum pedaço do pano azul escuro que a noite vem estendendo pelo espaço. Há um espaço em mim destinado a ela, solto, dentro, onde mais nada alcança. Há, no céu da minha boca, a espera. No centro da minha mão há afago. No fundo do que sou, tua lembrança vaga que o meu tempo tem, que não apago.
Necka. 17.06.09
Necka. 17.06.09
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