A Lua aparece agora, rasgando seu buraco no manto azul-escuro da noite. Estupidamente branca, ela clareia o entorno dela, ali, logo em frente. A Lua contamina o espaço que a envolve. Não se pode explicar a Lua. Nem viver sem ela, uma vez que a tenhamos visto de perto. Não se pode mais ficar sem ela uma vez que atentemos para seu reflexo dentro, onde nunca visitamos mas sabemos que está ali, logo adentro, logo abaixo da superfície da pele, onde o desejo rasga em arrepio o manto escuro da noite...e repete aquele nome mais uma vez.
Necka. 08.07.09
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8 de jul. de 2009
A Lua Não Te Deixa Esquecer
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