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5 de ago. de 2009

9h52

As Horas...de novo as horas, de novo elas.
Fartas, improfícuas, longas, inimigas.
De novo aquelas.
As muitas, as incontáveis,
As tontas, as sentinelas.
As horas, de novo elas ao meu entorno.
E eu não as quero.
Não me permitem fazer com elas
O mesmo que fazem de mim.
As horas zonzas, surdas e imóveis
às quais basta serem o que são
Para ferirem.

Necka Ayala – 9h52

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