As Horas...de novo as horas, de novo elas.
Fartas, improfícuas, longas, inimigas.
De novo aquelas.
As muitas, as incontáveis,
As tontas, as sentinelas.
As horas, de novo elas ao meu entorno.
E eu não as quero.
Não me permitem fazer com elas
O mesmo que fazem de mim.
As horas zonzas, surdas e imóveis
às quais basta serem o que são
Para ferirem.
Fartas, improfícuas, longas, inimigas.
De novo aquelas.
As muitas, as incontáveis,
As tontas, as sentinelas.
As horas, de novo elas ao meu entorno.
E eu não as quero.
Não me permitem fazer com elas
O mesmo que fazem de mim.
As horas zonzas, surdas e imóveis
às quais basta serem o que são
Para ferirem.
Necka Ayala – 9h52
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