Aos que eventualmente estejam chateados comigo, segue abaixo a explicação (de um expert) sobre os últimos dias. Bom, vale dizer que, após a própria Pulpite, consegui a proeza de chegar à Lesão Periapical...ou seja, foi mais além do descrito abaixo. Dia 24 de fevereiro ficará gravado na minha memória como sendo o dia em que senti a pior dor da minha vida! Sem nenhum pudor, do grito às lágrimas, tenho a declarar que, só quem já teve, entende do que estou falando. E ainda não acabou: sigo na fase de conter a infecção, para poder, quem sabe um dia, resolver definitivamente a Lesão que há mais de 1 ano, me tira a paz. Dica boa: vá ao dentista! Por Deus, vá!
Emergências em odontologia
Os casos mais comuns que recebem o nome de emergências são os que envolvem o pior de todos os sintomas, ou seja a dor. Em uma escala de zero a mil a pior dor que suportamos antes de desmaiar é o cálculo renal com nota 1000, e as duas seguintes são, exatamente, pulpite e abcesso com nota 999,5.
a) Pulpite. Imaginem que dentro de um dente temos veias, artérias, nervos, e que tudo isso está vivo e funcionando. Quando, (por vários motivos tais como cáries, traumas, movimentos violentos ou outros) um dente se vê ameaçado de morte. Uma primeira reação é a inflamação do conjunto interno do dente que causa uma compressão direta no nervo. Como sabemos que lá dentro existem artérias que recebem um fluxo de sangue do coração a cada batida, ocorre um aumento de pressão violento, 75 vezes por minuto, o que equivale a uma dor horrível a cada batida. Para este caso o C.D. anestesia o paciente e elimina o nervo do dente, artéria, veias e tecido conjuntivo acabando com a dor em uma única consulta.
Emergências em odontologia
Os casos mais comuns que recebem o nome de emergências são os que envolvem o pior de todos os sintomas, ou seja a dor. Em uma escala de zero a mil a pior dor que suportamos antes de desmaiar é o cálculo renal com nota 1000, e as duas seguintes são, exatamente, pulpite e abcesso com nota 999,5.
a) Pulpite. Imaginem que dentro de um dente temos veias, artérias, nervos, e que tudo isso está vivo e funcionando. Quando, (por vários motivos tais como cáries, traumas, movimentos violentos ou outros) um dente se vê ameaçado de morte. Uma primeira reação é a inflamação do conjunto interno do dente que causa uma compressão direta no nervo. Como sabemos que lá dentro existem artérias que recebem um fluxo de sangue do coração a cada batida, ocorre um aumento de pressão violento, 75 vezes por minuto, o que equivale a uma dor horrível a cada batida. Para este caso o C.D. anestesia o paciente e elimina o nervo do dente, artéria, veias e tecido conjuntivo acabando com a dor em uma única consulta.
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