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6 de mai. de 2009

Tal


Em novembro havia uma barriga imensa, anunciando a chegada de Ana Beatriz. Conheci a mãe, sabendo que nome teria a filha. Um sorriso lindo, largo, contagiante, numa morena simpática e cheia de desejos de grávida: manga! Ela queria manga! Casualmente, Sis havia trazido uma caixa de mangas. Ela subiu aqui e teve seu desejo atendido.
Agora, volta e meia tenho Ana Beatriz nos braços. Linda! Uma simpatia igual à da mãe dela, Talita. E a pequena já tem caixa de remédios que fiz pra ela, além de uma coleção de fotos feitas recentemente: ela mamando, ela no colo do Joca, no meu, rindo, toda faceira de colo em colo.
Ontem Talita me levou à Missa. Estive na casa de Deus, depois de muito tempo, para agradecer e renovar meu laço estreito com Ele. Não tenho como descrever o que senti: fé continua indescritível. Mas senti, levada pelas mãos de uma alma branca e boa, que estava no lugar certo. Rodeada de gente que crê e que o faz de modo alegre, prazeroso. Ali, por algumas horas, me senti mais firme e mais otimista. É como se, depois da experiência, a própria vida fosse de novo recém-nascida e tivesse tudo pela frente. Como disse Talita, a fé é Cura e estar lá, é como tomar uma dose de remédio por semana. É sim...só que a caixa onde se guarda esse remédio, fica por dentro da gente. Que Deus me faça digna da amizade da Talita e da pequena Ana Beatriz. Obrigada, Tal, por cada gesto teu de comunhão - da verdadeira!

Necka Ayala. 06.05.09

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