"Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não alastimo. Não há falta na ausência.A ausência é um estar em mim. E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio, danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim." (CDA) Obrigada. Ainda bem que os nossos braços são longos para os adeuses todos. Senão, o que seria de nós? Rô.
"Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não alastimo. Não há falta na ausência.A ausência é um estar em mim. E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio, danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim." (CDA)
ResponderExcluirObrigada. Ainda bem que os nossos braços são longos para os adeuses todos. Senão, o que seria de nós? Rô.