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5 de fev. de 2010

O Todo do Silêncio.

"...para isso temos braços longos, para os adeuses.
Da morte, apenas nascemos, imensamente..."

(Vinícius)

Sem palavras, RÔ.
Sê tu, forte!

Um comentário:

  1. "Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não alastimo. Não há falta na ausência.A ausência é um estar em mim. E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio, danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim." (CDA)
    Obrigada. Ainda bem que os nossos braços são longos para os adeuses todos. Senão, o que seria de nós? Rô.

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Leio.