O fato é que não temo mais. Ou minha cara aprendeu o tamanho e o tanto da dor que suporta e declinou dos convites que aceitava. Eram muitos dias-seguintes. Não os temo mais. Não os tenho mais. Tenho outros, de constatações simples sobre as coisas que vejo. Vejo gente e gente e mais gente todo dia. Ouço vozes e mais vozes. Tantos rostos passam por mim...; anonimatos. E também sou uma no cenário. Anônima. Ainda sim. Apenas não permito mais que me firam com tanta facilidade e freqüência. Parece que sim, eu sei. Porque vocifero contra. Mas não, é só uma revolta que passa quando chegas. Talvez ainda irão me perturbar, me acelerar dentro, as injustiças, as coisas pequenas do dia a dia. Porque são feias e sigo não convivendo em acordo com a fealdade. Certo que irão me indignar os esquecimentos, as covardias, os egoísmos, as falsidades. Mas tudo é tão pequeno diante do verde azulado do teu olho quando dizes, simplesmente, oi, meu amor lindo...
09.02.2011
09.02.2011
Tudo sempre será pequeno quando comparado ao meu amor, lindo, por ti. Tudo e todos são pouco quando comparados a ti, meu amor lindo.
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