Essa pessoa-caçadora, insaciada; presa pela liberdade de ser toda, essa pessoa-ventre, poema e grito, fogo e rugido; essa mulher não-vista, não-tocada, farta e ofertada ao amor inacabável. Essa ignição fátua, solitária e múltipla; essa pessoa eu, nós com o vazio de todo mundo, nesse vasto mundo insano, parte dessa arte, dessa astrologia poética insandecida, insone, insuspeita, infinita…
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Leio.