Ao sol só cabe ser ele mesmo. Incendiar-se na eternidade a si mesmo. Iluminar, antes, ao próprio rededor. Uno. Indivisível, ímpar, para sempre preso a uma ignição espontânea. Só. O sol é só. E para ser todo, precisa ser só. Singular. Inatingível. É ele que mira e alveja a quem estiver desavisado. E nada tem. O sol apenas dista.
Necka Ayala
17.08.2011
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